Ovo Quadrado: como cozinhar

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Então... por essa você não esperava... um ovo cozido em forma quadrada. É... nunca vemos tudo realmente. Quando achamos que mais nada nos surpreende, surge algo inusitado. Cozinhar ovo não é mistério algum, Você coloca o ovo dentro de um recipiente com água e a deixa ferver por uns dez minutos. Cozinhar um ovo quadrado segue o mesmo processo de cozinhar um ovo normal. No entanto, como não é muito raro encontrar ovo quadrado, a tarefa se torna mais difícil. Descubra como fazer um ovo quadrado cozido. Após, não esqueça de colocar uma pitada de sal.

Reino Unido Roeu a Roupa do Rei da Reuropa

O Reino Unido reuni-se e sem ruídos roeu o resquício da roupa do rei da Reuropa que sem remédio restou rabiscando a rebinboca. Rebimbocai exclamou o rei! Rebimbocai aos gargalhos. A ilha ilhou-se e não quer mais brincar com esse brinquedo.
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Após anos de uma união que abrigou diferentes historias e culturas ancestrais, o Reino Unido separa-se do bloco de países que formam a União Europeia, por uma margem apertada de votos no Brexit (Britain Exit) - 51,9% votos a favor da saída e 48,1% contra. Isso representa 17.410.742 votos a favor da saída e 16.141.242 votos pela permanência. No entanto, as votações na Escócia e Irlanda do Norte indicaram que a maioria da população destes países desejavam permanecer vinculados à União -  o que ainda pode acontecer. A divisão entre esses países pode refletir nos demais de forma a reduzir a influência da União Européia, com a saída de mais países membros ao longo do tempo. A dificuldade em estabelecer politicas comuns tem sido o principal fator.

Ensaio sobre o Neoliberalismo e a Frustração Sexual

O Dr. John S. Le Quintrec (60), psicanalista francês mundialmente conhecido, causou recentemente alvoroço em um simpósio na cidade de Harvard (Massachusetts - EUA) deixando perplexa uma platéia de universitários, políticos e empresários quando expôs seu último trabalho, concluído após 3 anos de estudo e que envolveu pesquisas singulares em diversos países. 

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Le Quintrec, que dedicou-se a partir dos 18 anos ao estudo de temas diretamente relacionados com a evolução da humanidade e, que além de ter um currículo invejável já publicou diversos trabalhos premiados mundialmente buscou conceituar seu último trabalho numa perspectiva psicanalítica linear, desenvolvendo detalhadamente suas concepções e ressaltando a submissão do homem às exigências da organização social capitalista contemporânea. 

Em sua obra denominada "Ensaio sobre o Neoliberalismo e a Frustração Sexual" afirma que o liberalismo moderno defendido pela doutrina neoliberal se trata sob seu ponto de vista psicanalítico, de uma tentativa do ego (proposto por Freud) em contato com o mundo exterior, de compensar inconscientemente uma indefinição ou frustração sexual vivenciada cotidianamente por grande parte dos que optaram por este caminho, acentuando-se a função de domínio imaginário da realidade e das pulsões. 

Especuladores no armário 

Segundo o ensaio, a intensificação dos fluxos de capitais financeiros que permanecem voltados às aplicações puramente especulativas sem uma função social, ao serem aplicadas e desaplicadas diariamente nas praças que ofereçam as melhores oportunidades de lucros a curto prazo simbolizam, para 93% dos 715 especuladores pesquisados, uma espécie de compensação emocional e restritiva ao desejo inconsciente de "sair do armário" e assumir frente à uma sociedade machista e repressora sua condição latente, sem, obviamente, a correspondente constituição de prováveis vínculos afetivos, comerciais ou morais. 

Políticas neoliberais 

Quanto às políticas liberais e neoliberais de desregulamentação dos mercados adotadas pela grande maioria dos países subdesenvolvidos que eliminaram as tarifas e barreiras alfandegárias bem como adotaram uma conduta submissa de flexibilização dos direitos trabalhistas em prol dos interesses das grandes empresas transnacionais do primeiro mundo, Le Quintrec assume uma concepção que corresponderá, posteriormente, àquela do masoquismo secundário, que se distingue do masoquismo primário pela introdução da teoria freudiana da noção de pulsão de morte. Para o psicanalista, no vulgarmente denominado “terceiro mundo”, 89% dos governos analisados, sentiram na globalização econômica imposta pelas grandes potências econômicas, uma forma de liberar suas tendências sado-masoquistas representadas de um lado por um conflito intra-subjetivo cuja neurose obsessiva constitui um ótimo exemplo a ser estudado. 

Inversão de papéis 

Salienta que, dependendo dos sujeitos envolvidos são percebidas variantes antagônicas de comportamento, e que são explicadas pela teoria de inversão de papéis enquanto busca subconsciente da identidade sexual. Durante esta busca psicológica, os governos analisados, em virtude de questões históricas, pressões econômicas e da própria dúvida subconsciente que os atormenta, tendem a agir caracteristicamente como o superego e, sendo assim mantém uma relação sádica para com a população, visualizada neste caso como sendo o ego. 

Desta forma o toma como objeto do desejo, e nele encontrará seu gozo. Por outro lado, quando o sujeito passa ser externo, no caso, uma transnacional, dois protagonistas são colocados em cena em um duplo jogo de identificações num plano fantasmático. É nesse momento que há uma troca de papéis e onde os atores buscam satisfação plena e desinibida frente aos olhos da população que neste caso passa a exercer a função de voyeur. Neste caso o superego sádico de outrora (governo em relação à população) transforma-se passivelmente em ego masoquista (governo em relação à transnacional), esse último pode assumir esta função por se identificar com o objeto que sofre e que remete à lembrança de possíveis traumas mal resolvidos na juventude. 

Le Quintrec salienta que, paralelamente a isso, o masoquismo primário que é o resultado do entrelaçamento de pulsões eróticas e de uma parte das pulsões agressivas e destrutivas, continuam sendo dirigidas para o próprio ego, enquanto indivíduo. Sendo assim, subdivide-se em masoquismo erógeno, feminino e moral. Ao erógeno se associam o desejo de se ver envolto e/ou de ser subjugado por uma multidão, enquanto as fantasias relacionadas com a atitude feminina passiva remete o indivíduo à negação da castração. Essa atitude seria próprio ao ser da mulher e diz respeito à sua correspondente posição na fantasia, numa visão puramente conservadora, encontrando-se presente no homem masoquista perverso. 

Finalmente, o masoquismo moral corresponde às relações entre o superego e o ego em todos os casos em que um sentimento de culpa tornou-se inconsciente. Este sentimento freqüentemente associado à masturbação infantil, suscita uma necessidade de punição. Liberdade e liberalismo Por fim Le Quintrec, sugere que muitos dos problemas enfrentados atualmente por milhões de pessoas tenderiam a ser bruscamente minimizados se essa gama de especuladores e políticos que se enquadram nas características descritas em sua obra se conscientizassem que o caminho seguido leva naturalmente à frustração vivenciada cotidianamente.
Indivíduos mal resolvidos sexualmente tendem, subconscientemente a fazer associações equivocadas (liberalismo, neoliberalismo) na esperança de alcançar a liberdade reprimida na infância. Quando esses indivíduos perceberem isso, passarão a doar e doar-se muito reduzindo progressivamente os problemas vivenciados.
Finaliza. 

Ao final da palestra, conversamos com o Sr. José da Silva (47), casado, três filhos, marceneiro, natural de Pelotas - RS, naturalizado americano a cinco anos, morador em um subúrbio pobre de Hartford (capital de Connecticut), que acompanhou dos bastidores a palestra de Le Quintrec e que nos deu a seguinte declaração:
Na minha opinião o problema mundial é o fato do poder estar em mãos desmunhecadas pela ganância. Concordo em partes com o professor mas não sei se vocês perceberam que há uma ligação entre o caráter e a estrutura social. A estratificação social nas modernas sociedades de base urbano-industrial e a concentração do poder nessas sociedades está em mãos de grupos formadas por empresários, militares e políticos profissionais, muitos deles não resolvidos sexualmente de forma que é perfeitamente compreensível entender porquê no mundo se vê essa tremenda sacanagem social. O tema discutido é importante, porém, na minha opinião, o francês deveria ter entrado com mais profundidade na questão dos intelectuais e da mídia em geral, inclusive no dos apresentadores de programa de auditório. Achei meio superficial nesse sentido. 

Já o mega-investidor Jules P. Cromwell, um dos tantos a aplaudir euforicamente e cumprimentar Le Quintrec, pareceu ter retirado um peso das costas e prometeu dar um novo rumo à sua vida e uma outra finalidade às ações de sua corporação. 
Havia algo errado, eu sentia isso, mas não conseguia compreender as causas, conforme o John falava, sentia algo dentro de mim, e ia crescendo, agora estou mais aliviado e preciso repensar minhas atitudes... preciso compensar meus atos de alguma forma...

DNA arigó é descoberto

A descoberta do gene antigo

Os temas relacionados com clonagem em série, replicação de seres humanos com ou sem mutação de suas características naturais, que, até bem pouco tempo atrás eram tidos como sendo apenas de mentes fantasiosas, passou a ser encarado com muito mais atenção e seriedade por alguns cientistas e historiadores depois que escavações no maciço de Meije, nas proximidades do vilarejo de La Grave, altos alpes franceses, revelaram uma bastilha funerária cuja construção, segundo o renomado arqueólogo britânico Thomas N. Melville (52), remonta ao século V.
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Nela foram encontrados além de diversos manuscritos e artefatos da época, um sarcófago merovíngio contendo uma múmia em bom estado de conservação.
Estamos utilizando vários testes, inclusive carbono 14, visando confirmar a autenticidade deste achado e, se confirmada nossas suspeitas provaremos o que até então era somente uma lenda européia - a existência de um povo antigo que teria desaparecido.
explica Melville.

Parte dos manuscritos que foi traduzida, afirma a existência de um quarto povo - os arigós.
Nossa teoria é de que no início do século V, a Gália não estava dividida em três reinos como se acreditou até então, mas sim em quatro: visigodos (ao sul), francos (ao norte), burgúndios (à sudeste) e preenchendo a lacuna histórica - arigós (à oeste). Acreditávamos que após a dominação completa por parte dos francos, os arigós teriam sido exterminados, mas agora, suspeitamos que houveram sobreviventes e que não reunificaram-se enquanto povo, provavelmente acabaram infiltrando-se entre as diversas culturas da época.
conclui Mellville.

Segundo o Dr. Edward W. Toller (59), mestre em psicologia da Universidade de Melbourne, outro estudioso no assunto, o que diferenciava este povo dos demais era a existência de traços genéticos de caráter permanente e imutável, nos quais fundamentaram sua classificação. Esta permanência do caráter está baseada na hipótese de um caráter inato, concepção que descarta a existência de traços de caráter adquiridos secundariamente sob a influência do meio. Para o Dr. Toller, a interação permanente do caráter inato e do caráter adquirido explicaria então a possibilidade que possui todo indivíduo, exceto os deste povo, de transformar seu caráter sob efeitos de determinantes pessoais (esforço, perseverança, vontade) ou socioculturais (moral, religião, etc.). Já para o psicanalista, Henry David Bernel (65), entretanto, o aspecto dinâmico do caráter se deve à pluralidade dos processos em interação para determinar sua formação, logo partindo do princípio de que o sintoma apresentado pelo indivíduo é o substituto de um processo psíquico recalcado, torna-se possível sua reconstituição histórica. Bernel porém, ressalta que a resistência se torna uma das expressões de transferência motriz, logo, para controlar a repetição é necessário duas outras regras que completam a associação livre. Para a Dra. Anete B. Rule (63), integrante da equipe de Melville e PHD em antropologia cultural, quando a equipe conseguir finalizar o trabalho provará definitivamente que os comportamentos normais ou patológicos nem sempre variam segundo as culturas, demonstrando assim a fundamental importância da cultura arigó sobre a formação da personalidade dos demais povos, dentro de uma perspectiva totalmente diferente.
Será o fim do estruturalismo científico.
afirma. Muito antes dessas constatações cientifícas, haviam aqueles que acreditam nesta lenda - a existência do povo arigó, os quais devido às suas características únicas seriam uma espécie que se poderia considerar como escravos perfeitos. O conhecimento dessas características talvez tenha atraído a atenção de um dos homens mais poderosos do passado, Gêngis Khan - um dos maiores conquistadores da História cujo império estendeu-se do Cáucaso ao Rio Indo e do Mar Cáspio à Pequim – cuja célebre frase diz o seguinte :
A busca por este povo deu início ao meu império!
Ao que se sabe, Gêngis morreu em 1227 sem tê-los encontrado.

As possibilidades

Tão logo a descoberta foi divulgada no meio científico especulações de todo tipo começaram a aflorar. Perguntas foram surgindo e se repetindo cotidianamente tendo respostas diferentes dependendo de quem as respondia. No entanto, uma das possibilidades que mais chamou a atenção da comunidade científica e acabou por centralizar o debate justamente por ser de difícil contestação técnica foi levantada pelo biólogo egípcio Abu al-Chaykh (58). Segundo o Dr. Abu, é possível isolar o ácido nucléico do material encontrado na múmia, tendo-se o principal constituinte dos cromossomos e suporte material da hereditariedade. Por ser uma molécula longa, de comprimento teoricamente infinito, formada por duas cadeias laterais dispostas em espiral e tendo suas uniões formadas por duas bases, uma purínica e outra pirimidínica unidas entre si por uma ligação fraca de hidrogênio e, por serem células nucleadas, estão presentes nos cromossomos e mitocôndrias onde cada um constitui uma unidade independente do genoma. Estas condições quando combinadas com proteínas básicas, em geral histonas, podem formar com elas os nucleoprotídeos que por sua vez constituem a base hereditária das potencialidades de biossíntese dos ARN e das proteínas. Esse conjunto de fatores aliados, apesar da complexidade envolvida, torna real a possibilidade não só de recriarmos um arigó geneticamente puro, como também de permitir mutações caso sejam feitas substituições no fragmento da molécula que constitui determinado gene de uma única base puriníaca ou pirimidínica por outra.

As suspeitas

Um dos integrantes da equipe de Melville, que preferiu não identificar-se, acabou revelando que outros artefatos descobertos posteriormente na mesma escavação foram levados por uma força-tarefa americana. Dentre os artefatos haviam uma segunda ossada e um relicário em bronze com inscrições seqüenciais cuneiformes que descreviam uma espécie de profecia:
... aquele que dominar e difundir a cultura Arigó, não o sendo, reinará sobre o mundo...
Ao que tudo indica, americanos e ingleses se desdobrarão em duas equipes de estudo visando isolar, dentro da estrutura do DNA, o gene tipicamente arigó.
Por se tratar de uma ossada geneticamente pura, sem mistura de outras raças abre-se um leque de possibilidades, inclusive a clonagem em série. Eu tremo diante da possibilidade de ao longo dos anos sermos substituídos por uma versão arigó... ou então, o que seria mais terrível ainda, sermos contaminados com o vírus arigó.
conclui o integrante da equipe.

A repercussão

Diversos grupos políticos de direita lançaram na internet uma campanha de apoio ao que foi intitulado de “Arigós Free Project”, incentivando e ressaltando a necessidade de que pesquisas sejam feitas no sentido de resgatar o maior número possível de arigós.
Não podemos cometer a injustiça de deixar que este povo continue no esquecimento. Colocá-los em meio à nossa sociedade é questão chave para o progresso de nossa economia.
disse um dos defensores do projeto. De outro lado, grupos de esquerda realizaram diversos protestos repudiando pesquisas nesse sentido. Um dos líderes da frente de esquerda da Guatemala deu a seguinte declaração:
É inadmissível sequer pensar na possibilidade de criar mais arigós do que já temos quanto mais criá-los em série...
e aproveitando a oportunidade lançou acusações à setores da mídia de manifestarem-se contrários ao projeto apenas por temer perder o monopólio atual na formação cultural de arigós.

Mídia x telespectadores arigós

Para a socióloga Anne Trampton (45), a programação da mídia certamente influencia o telespectador mais suscetível à sugestão, transformando-o ao longo do tempo em um sujeito com características um tanto quanto aproximadas àquelas originalmente tidas como sendo próprias do povo arigó, e, logicamente, por trás disso quem lucra são os grupos de direita. Mas por outro lado, considera que as manifestações da esquerda são um tanto quanto teatrais pois também há setores da esquerda que, historicamente, se mantém às custas dos arigós formados pela mídia. Discussões à parte, o fato é que paralelamente a isso notou-se em diversas bolsas de valores, grande transferência de ações do setor produtivo para o setor de pesquisa científica. Embora os governos citados neguem qualquer pesquisa nesse sentido há quem afirme que grandes centros de pesquisa estão trabalhando duro para a criação do arigó perfeito. Diversos governos se manifestaram desconhecedores da existência de qualquer pesquisa científica relacionada com o gene arigó, incluido EUA, China, Irá e Koréia do Norte. Em declaração o Kasaquistão afirmou de forma clara, que o grande problema na formulação de uma teoria sobre o assunto em questão está na ordenação, de maneira geral, do que já se conhece das relações e correspondências entre a organização material e não material da vida sócio-cultural, não como níveis, mas como junções diversas em termos globais e econômicos. Já o governo iraniano afirmou que sua prioridade por hora é outra.

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